Carlos Sainz Jr.

Perfil

Nome Carlos Sainz Vázquez de Castro;  na intimidade Carlete
País Espanha
Nascimento: 1º de setembro de 1994
Local Madrid
Pai Carlos Sainz (ex-piloto de rali)
Altura: 1,77
Peso: 66 kg
Estado civil: Solteiro
Residência Madri
Hobbies: caça
Esportes Tênis, wakeboarding, futebol, esqui, ciclismo
Comida Pasta
Bebida Red Bull
Música Kings of Leon e The Killers
Circuito Silverstone e Spa

Desempenho

Corridas

Vitórias

Pódios

Poles

Voltas

Pontos

80

0

0

0

0

163

Carreira

Ano Categoria Equipe Corridas Vitórias Poles Voltas Pódios Pontos Posição
2018 Formula 1 Renault 20 49 11º
2017 Formula 1 Toro Rosso 21 54
2016 Fórmula 1 Toro Rosso 21 46     12º
2015 Fórmula 1 Toro Rosso 19 18    15º
2014 F. Renault 3.5 DAMS

17

7

7

2013 F. Renault 3.5 Zeta Corse

9

0

0

GP3 Séries MW Arden

16

0

1

2012 GP DE Macau Carlin

3

0

0

F3 Masters

1

0

0

FIA F3 Europa

20

1

2

2011 F. 3 Europa Signature

24

0

2

F3 inglesa

26

5

1

GP de Macau

3

0

0

F3 Europa

3

0

0

F. Renault 2.0 Koiranen

20

8

10

F. Renault 2.0

14

2

4

2010 F. Renault GB

2

0

0

F3 Aberta De Villota

4

0

0

F.Renault 2.0 Epsilon

4

0

0

Tech 1
F. BMW Pac. EuroInt.

9

2

3

F.. BMW Eur. EuroInt.

16

1

2

 

História

Carlos Sainz Jr. (Carlete, para os íntimos) nasceu em Madri, a 1º de setembro de 1994, filho de Carlos Sainz, duas vezes campeão mundial de rali. Ele começou a correr de kart aos 7 anos, no Carlos Sainz Center, kartodromo indoor de seu pai, em Las Rosas, na região metropolitana de Madri. Aos 11 anos, começou a competir oficialmente.

Em 2006, na categoria cadetes, nas equipes Alemany, MGM e Benikart, ganhou o campeonato de Madri; foi 3º no Troféu da Indústria e 2º na Corrida dos Campeões, no final do ano. Aos 13 anos, iniciou a carreira internacional e entre 2007 e 2009, na categoria Junior (KF3), seus resultados mais expressivos foram; em 2007, vitória no Torneio Internacional da Cidade do Automóvel de Alcaliz e 3º lugar no Campeonato Asia-Pacífico, em Macau; 2008, título do Campeonato Ásia-Pacífico e o 2º no campeonato da Espanha, além de ser o melhor espanhol no campeonatos da Europa, alemão, Troféu Andrea Marguti, da Itália e Copa de Kart de Mônaco; 2009, os títulos de campeão da Copa de Kart de Mônaco e da Classificatória Europa-Oeste (Inglaterra, França, Suíça, Portugal, Andorra e Espanha), além dos vice-campeonatos da Europa e da Espanha.

Em 2010, depois de vários testes, Sainz Jr foi admitido no Programa Júnior da Red Bull e, também de quatro provas na Scholarship Qualifying, ganhou uma bolsa da BMW e correu a Fórmula BMW, pela equipe Eurointernational. Fez a estreia na série Asia-Pacífico, em Sepang, como piloto convidado, sem contar pontos e classificação. Na Malásia, porém, foi muito bem, considerando-se ser a sua primeira temporada num monoposto, e conquistou o segundo lugar na corrida de abertura e o quarto na seguinte.  O seu desempenho lhe garantiu o lugar na Red Bull Júnior, pois impressionou Helmut Marko, consultor da empresa, que aplaudiu a sua largada para uma grande carreira nos esportes a motor.Em Singapura, terminou em 6º na primeira e em 2º na segunda corrida e ganhou a final de Macau.

Na Fórmula BMW Europa, começou comum pódio pelo 3º lugar e um 6º lugar na Catalunha. Em Zandvoort, foi 5º e 2º. Com esses resultados, era um sério candidato ao título, ma s, com o 7º e o 10ítulo, ma s, com o 7º e o 10º lugares em Valência, totalizou apenas 18 pontos, em 60 possíveis, alcançados pelo inglês Jack Harvey, que assumiu a liderança da competição.Em seguida, em Silverstone foi 3º e 1º, na primeira vitória da temporada; foi 11º e 6º em Hockenheim; 4º e 3º, na Hungria; não correu na Bélgica, e terminou o campeonato como 8º e o 6º lugares na Itália. Com 227 pontos, foi o 4º colocado, mas ganhou o título de calouro do ano. Ainda em 2010, ele competiu como convidado, sem marcar ponto, na Copa do Inverno da Grã Bretanha, da Fórmula Renault; no Aberto Europeu da F3 e na Eurocopa da F. Renault 2.0.

Em 2011, Sainz Jr. disputou duas das mais prestigiosas competições europeias de monopostos. Foi campeão da Copa Nordeste da Europa da Fórmula Renault e vice-campeão da Eurocopa da Fórmula Renault 2.0.  Disputou ainda, como convidado, a Eurosérie da Fórmula 3; foi 17º no GP de Macau da F3, e, em parceria com o pai, encerou o ano nos 500 km de Alcâniz.

Em 2012, como piloto da Red Bull Júnior, Sainz Jr corre pela Carlin Motorsport, com motor Wolkswagen, e faz a sua estreia na Fórmula 3. Sob forte aguaceiro, vence em Spa-Francorchamps e termina o campeonato europeu na 5ª posição, com 161 pontos. No campeonato britânico, com 4 vitórias, fica em 9º, com 112 pontos. Nesse ano, ele também foi 6º na série europeia, com três pódios e duas poles e 4º no Masters da F3. No GP de Macau, depois de se classificar bem, largou mal e foi o 7º colocado.

Em 2013, o jovem espanhol assinou contrato com a Arden Internacional, equipe de Christian Horner, chefe de equipe da Red Bull, para disputar a série europeia da GP3, categoria com chassi Dallara e motores Renault. Em 16 corridas, entre 11 de maio e 3 de novembro, obteve uma pole, 2 voltas mais rápidas e 2 pódios, mas, com 66 pontos (contra 168 do campeão), foi apenas o 10º colocado.  Em Barcelona desclassificado na segunda corrida; em Valência foi 3º na prova rápida e 5º na primeira corrida e foi mal em Silverstone, terminando as duas corridas fora da zona de pontuação.

Simultaneamente à GP3, correndo pela equipe russa Zeta Corse, Sainz Jr. estreou no campeonato europeu da Fórmula Renault 3.5, disputado entre 6 de abril e 20 de outubro de 2013. Mais focado na GP3, só participou de 9 das 18 corridas, a partir de 26 de maio, na corrida rápida de Mônaco. Nessa prova teve desempenho surpreendente, por se tratar da estreia numa nova categoria, e depois de disputar as primeira as posições nas voltas iniciais, acabou em 6º lugar. Nas corridas seguintes, porém, não repetiu a performance. Não terminou a primeira e foi 18º na segunda corrida da Bélgica; não correu em Moscou e Áustria; foi 7º e 22º na Hungria; ficou em 16º e retirou-se em Paul Ricard, na França, e encerrou a campanha com um abandono e o 6º lugar na Itália. Com 22 pontos, ficou no 19º lugar, considerada uma boa colocação, dada a inexperiência na categoria e o fato de ter participado de apenas metade do calendário.

O momento mais importante da temporada e ate então da carreira de Carlos Sainz Jr, conforme o registro em seu site oficial, aconteceu no verão, quando fez a estreia ao volante de um Fórmula 1, durante um teste para jovens pilotos, no circuito de Silverstone. Ele correu um dia com o STR8, da Toro Rosso, e no outro com o RB9, da Red Bull.

Em 2014, transferido para a equipe francesa DAMS (Driot Associés Motor Sport), Sainz Jr tornou-se o primeiro piloto espanhol a conquistar a série mundial da Renault 3.5. Foi também o mais jovem e o primeiro piloto ligado à Red Bull a ganhar o título da categoria. Das 18 corridas da categoria, disputadas de 12 de abril a 19 de outubro, ganhou 7, em Monza, Aragon, Mônaco, Spa, Nurburgring, Hungaroring e Paul Ricard. Foi o maior número de vitórias conquistadas por um piloto numa mesma temporada da Renault 3.5. Em Monza, depois da 18ª colocação na primeira corrida, venceu a segunda, adquirindo 25 pontos.Em Aragon, na Espanha, venceu a 1ª e ficou em 4ª na segunda etapa. Em Mônaco, foi 4º. Em Spa-Francorchamps ganhou as duas provas. Em Moscou foi 14º e 8º. Na Alemanha venceu a corrida de sábado e abandonou a de domingo.Em Hungaroring ficou em 4º e 6º. Em Paul Ricard foi primeiro n s duas etapas. Em Jerez de La Frontera, na Espanha, encerrou o campeonato com dois maus resultados, mas já tinha suficientes para garantir o titulo. Com 227, ficou a 35 pontos do vice-campeão, o francês Pierre Gasly, que somou 192 pontos, e com 44 pontos a mais do que o compatriota Roberto Mehri, que fez 183.

O sucesso na categoria que serve de vestibular para a Fórmula 1 chamou a atenção e  em novembro de 2014 a contratação do jovem espanhol,  de 21 anos, pela Toro Rosso foi confirmada depois de uma sequencia de testes na Red Bull, no final de 2014, em Abu Dhabi e da promoção do russo Daniil Kvyat para a Red Bull.  Com o holandês Max Verstappen, de 17 anos, formou a dupla mais jovem da história da F1.

Depois da assinatura do contrato, Sainz Jr declarou, emocionado:

“Eu assisti, na TV, Fernando Alonso vencer o campeonato mundial, quando eu tinha 10 ou 11 anos de idade e naquela época eu nunca teria sonhado que eu um dia iria correr contra ele. Quando Helmut Marko me disse que eu tinha conseguido o assento e eu estava indo competir com pessoas como ele, Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel, tive a noção do tamanho do que eu tinha conseguido. Eu vou tentar fazer o que todos os pilotos anteriores da Toro Rosso têm feito: chegar nos pontos e provar aos meus chefes que eu sou digno do assento.”

E de fato, nas 19 corridas, entre altos e baixos, com velocidades e desempenho não tão espetaculares, mas praticamente iguais ao companheiro Verstappen, ele procurou cumprir o prometido.E só não conseguiu mais do que os 18 pontos, que o colocaram, no 15º lugar entre os pilotos, por algumas pequenas falhas próprias dos iniciantes e problemas de confiabilidade do motor Renault

Na Austrália, Carlos Sainz Jr, que adotou o número 55, marcou seu primeiros dois pontos, sendo o 9º colocado entre os 111 carros que completaram a prova. O desempenho do jovem espanhol melhorou na Malásia, onde foi 8º e somou mais 4 pontos. Na China, no início, Sainz Jr. sofreu com a falta de aderência do carro na pista suja. Depois, cometeu um erro ao tentar ultrapassar Sergio Perez, da Force India, e teve problema com a caixa de câmbio. Com todos esses contratempos, ganhou apenas uma posição na prova: largou em 14º e chegou em 13º.  No Bahrein, o espanhol abandonou a prova na 29ª das 57 voltas, devido a problema na roda traseira esquerda, ao deixar a pit lane. Na Espanha, Sainz obteve a sua melhor colocação no grid, a 5ª posição, mas na corrida não repetiu o desempenho e terminou no 9º lugar, ao menos com o consolo de ter ficado à frente da Red Bull de Daniil Kvyat (10º) e do companheiro Max Verstappen (11º). Em Mônaco, Sainz largou da pit lane, punido por não passar pela pesagem depois da Q1, mas ainda assim conseguiu o 10º lugar e mais um ponto na contagem. No Canadá, o motor de Sainz parou quando ele saía para a última volta lançada da Q2 e ele acabou na 11ª posição. Na corrida, caiu para 12º, a uma volta do vencedor, Lewis Hamilton. Na Áustria, o espanhol sofreu perda de 5 segundos, por excesso de velocidade na pit lane, e abandonou a pista na volta 24, por problemas elétricos no carro. Sainz voltou a não completar o percurso em Silverstone, na Inglaterra, de novo por causa de problemas elétricos e até seu carro ser retirado hoje um safety car virtual nas voltas 34 e 35. Na Hungria, pela terceira corrida consecutiva, Sainz teve de abandonar a pista, dessa vez por falta de pressão no combustível, na 60ª das 69 voltas. Na Bélgica, Sainz teve problema no motor, no início de uma segunda volta de apresentação, teve de largar depois da passagem todos os carros e, pelo mesmo problema com o motor, deixou a pista na 32ª das 43 voltas da corrida, que normalmente deveria ter 44. Na Itália, Sainz Jr. começou a corrida da 17ª posição, cumprindo punição de perda de 35 lugares no grid, por troca do motor. Na corrida voltou a sofrer punição de 5 segundos, por contornar a chicane e terminou no 22º lugar. Nos treinos livres de Cingapura, Sainz teve um pneu furado logo na 5ª volta,ao bater com a traseira no muro, classificou-se na 14ª posição, mas na corrida se recuperou, chegando em 9º. Sob chuva, Sainz foi o mais rápido no primeiro treino livre no Japão, com 1m49s434, cerca de meio segundo à frente do segundo,Daniil Kvyat, da Red Bull. Na classificação pra valer, porém, foi o 12º e na corrida ainda salvou um ponto, chegando em 10º. Na Rússia, Sainz Jr. sofreu um grave acidente durante os treinos livres da sexta-feira, passou algumas horas no hospital, mas no domingo, para surpresa geral, estava na pista. Tendo largado da 20ª posição só não completou a corrida devido a falhas no sistema de freios. Nos Estados Unidos, no circuito de Austin, Sainz não conseguiu tempo para entrar no grid, mas foi autorizado pelos comissários a participar da corrida. E, largando de novo da 20ª posição, fez boa corrida de recuperação, obtendo o seu melhor resultado da temporada, um 7º lugar. No México, no Autódromo Hermanos Rodriguez, que voltava ao calendário da F1, Sainz foi vítima do “fogo amigo”. Na sua última tentativa, Max Verstappen tomou dele o lugar entre os 10 primeiros do grid.  E na corrida ele foi outra vez superado pelo companheiro, que chegou em 9º, enquanto ele não passava do 13º lugar. Em Interlagos, no Brasil, o carro de Sainz parou quando ia para o grid e teve de ser empurrado de volta ao box.O 10º lugar no grid ficou vago e largou da pit lane, mas teve de abandonar a prova uns poucos metros depois. Em Abu Dhabi, Sainz de o troco em Verstappen, classificando-se entre os 10 primeiros e deixando o companheiro para trás. Na volta 19, porém, o espanhol cedeu a posição Verstappen, que àquela hora tinha melhores condições de marcar pontos, mas no final em acabou mais bem classificado (11°) que o holandês (16º).

Em 2016, apesar de correr com um motor Ferrari 2015-spec, enquanto os demais concorrentes dispunham de motores desenvolvidos, Carlos Sainz Jr. fez uma das melhores campanhas entre os pilotos do pelotão intermediário da F1. Com alguns bons resultados, por pouco não chegou entre os top 10: com 46 pontos, foi o 12º colocado entre os pilotos.

Foi 6º na Espanha e repetiu o resultado nos Estados Unidos e no Brasil. Em Interlagos, esteve perto do pódio, correndo em 4º a maior parte da prova, mas no final foi ultrapassado por Max Verstappen e Sebastian Vettel. Em Mônaco, poderia ter obtido resultado melhor do que o 8º lugar, não fossem os erros da equipe nas duas paradas dele.

O jovem espanhol começou bem o campeonato, na Austrália, com o 7º lugar no grid e o 9º numa corrida caótica, interrompida por 18 minutos, por causa de choque entre Fernando Alonso e Esteban Gutierrez. No Bahrein, deixou a pista na 29ª volta, com danos no carro, depois de ser atingido por Sergio Perez. Na China, em corrida movimentada em que lutou com as Ferrari, Mercedes e Red Bulls, voltou a pontuar, terminando novamente em 9º, depois de perder muito tempo atrás da Force India, na pit lane, no primeiro pit stop. Na Rússia, apesar de boa largada, além de ser atingido e perder pressão aerodinâmica ainda no inicio, foi punido com 10 segundos no tempo final e acabou no 11º lugar, a mesma posição do grid. Na Espanha, onde Lewis Hamilton e Nico Rosberg se chocaram e deixaram a pista logo início e Max Verstappen estreou na Red Bull e ganhou sua primeira corrida, Sainz obteve o seu primeiro melhor resultado no campeonato. Depois de largar em 8º e chegar a correr em 3º, cruzou a linha de chegada no 6º lugar. Em Mônaco, o espanhol poderia ter conseguido colocação melhor do que o 8º lugar, não fosse o tempo perdido nas paradas, na primeira por um erro de um mecânico e na outra, atrapalhado por Fernando Alonso. No Canadá, fez uma verdadeira proeza. Após largar em 20º, por ter beijado o muro dos campeões na classificação, fez uma excelente corrida de recuperação, com estratégia certa e várias ultrapassagens, para terminar em 9º. No GP da Europa, em Baku, ele foi 13º na classificação, mas, punido por troca da caixa de câmbio, largou da 18ª posição e abandonou na volta 31, por problema na suspensão. Na Áustria, Sainz teve problemas no carro no final da Q1, por isso, não participou da Q2 e largou da 15º posição. Logo nas primeiras voltas juntou-se aos 10 primeiros, voltou a cair para o 15° na metade da prova e conseguiu subir para o 8°, depois da segunda parada. Na Inglaterra, Carlos Sainz pontuou pela 5ª vez em 6 etapas. Largou da 7ª posição, atrás do safety car, por causa da chuva, e terminou em 8º, só não chegando melhor devido a um erro na entrada da curva 1. Na Hungria, repetiu a 8ª colocação, depois que a equipe conseguiu reparar problemas no carro que enfrentou na sexta-feira e no sábado, antes da classificação.  Na Alemanha, Sainz perdeu 3 posições no grid, por atrapalhar Felipe Massa na classificação, e largou do 16º posto. Chegou a estar em 11º, mas, novamente, devido a erro no primeiro pit stop, perdeu as posições conquistadas e acabou em 14º.  Na volta das férias, na Bélgica, Sainz não deu sorte. Largou mal e a corrida dele não durou mais do que uma volta e meia. Teve que abandonar antes de completar a segunda volta, por causa de um furo no pneu traseiro direito e danos na asa traseira, provavelmente provocados por destroços dos vários carros que se chocaram na tumultuada largada.  Na Itália, o piloto espanhol continuou jejum de pontos, que iria se prolongar por mais três corridas, principalmente devido à falta de potência do motor. Em Monza, largou e chegou da mesma 15ª posição. Em Cingapura, foi muito feliz na classificação, ficando em 6º no grid, porém, na largada, aos se desviar de Max Verstappen, colidiu com Nico Hulkenberg. Por causa dos danos do carro, recebeu bandeira preta, com circulo laranja, e teve de ir ao box, para consertos. Na volta, ainda teve problemas no sistema de recuperação de energia e só com muito esforço e sorte terminou em 14º.  Na Malásia, além de ficar na 16ª posição do grid, o motor do carro parou quando ele aquecia a embreagem e só foi religado assim que as luzes se apagaram. Por isso, largou mal, mas ainda na curva 1 passou cinco carros e pulou para o 11º lugar, que conseguiu manter no final.  No Japão, Sainz continuou fora da zona de pontuação, numa corrida que considerou decepcionante.  Largou da 14ª posição e depois do primeiro pit stop não conseguiu passar pelas Williams, por falta de velocidade nas retas. Terminou em 16º. Os bons ventos voltaram a soprar a favor do espanhol nos Estados Unidos e ele igualou o seu melhor resultado na F1, o 6º lugar, depois de lutar pelo 5º. No final, protagonizou, com Felipe Massa e Fernando Alonso, a disputa mais interessante da corrida, vencida pelo espanhol mais velho. No México, além de problemas com a caixa de cambio e freios, Sainz sofreu punição de 5 segundos por tocar em Alonso na primeira volta e voltou a ficar entre os últimos. Foi apenas 16º. No Brasil, manteve os pneus de chuva, quando a maioria optava pelos intermediários e a tática deu resultado. Depois de largar da 15ª posição, sem parar e sem cometer erro, repetiu seu melhor tempo, o 6º lugar, pela terceira vez na temporada. Já o final do campeonato, em Abu Dhabi, não foi como Sainz queria e esperava. Para identificar a causa de furos nos pneus dos seus carros a equipe o tirou, assim como Daniil Kvyat da pista ainda na Q1 e o espanhol foi o 21º do grid. E ele já era o 14º, após ultrapassar as Manor, Sauber e Renault, quando foi atingido por trás por Jolyon Palmer e teve de abandonar a prova. O único consolo foi ter recebido o ex-rei Juan Carlos antes da corrida.