Alexander Albon

Perfil

Nome Alexander Albon
Nascimento 23 de março de 1996
Local Londres
Nacionalidade tailandês
Pai Nigel Albon
Altura 1,86
Peso 74
Estado civil solteiro
Hobbies animais e desenho
Ídolo Michael Schumacher
Equipes Toro Rosso
Carro STR 14
Número 23

Fórmula 1

Ano Equipe Corridas Vitórias Poles Volta Abandonos Pódios Pontos Posição
2019 Toro Rosso Red Bull 21 0 0 0 1 0 92

Carreira

Ano Categoria Equipe Pontos Posição
2018 Fórmula 2 DAMS 21
2017 Fórmula 2 ART 66 10º
2016 GP3 ART 177
2015 F3 Masters Hitch  GP
F3 Europa Signature 187
GP Macau Signature 13º
2014 R, 2,0 Europa KTR 117
2014 r, 2,0 NEC KTR 88 17º
2013 R. 2,0 Europa KTR 22 16º
R. 2.0 NEC KTR 61 22º
2012 r, 2.0  Eueopa Epic 0 38º
R. 2,0 Alpes Epic 26 16º
2011 Kart

História

Alexander Albon, filho de ex-piloto britânico Nigel Albon, nasceu em Londres, no dia 13 de março de 1996, mas tem nacionalidade tailandesa, herdada da mãe, e sob a bandeira desse país disputa a F1, sendo o segundo tailandês na categoria. O primeiro foi Príncipe Birabongse Bhanudej Bhanubandh, ‘B Bira’ ou Príncipe Bira. Assim como Albon, Bira também passou muito dos primeiros anos da sua vida na Inglaterra, tendo sido piloto de F1 entre 1950 e 1954. Alex, como a maioria dos pilotos, iniciou sua carreira no kart com apenas oito anos de idade, vencendo o campeonato local de Hoddesdon. Em 2006, Albon começou a competir na classe de cadetes, terminando em 1º no Kartmasters Grande Prêmio de Inglaterra e terminando em 1º em 2006 e 2º em 2007 no Campeonato Nacional 1 de Honda Cadet. Em 2008, subiu para a classe KF3 onde permaneceu até 2010. Nesse período venceu o Grande Prémio Britânico de Kartmasters, o Campeonato de Fórmula Kart Stars, a Série KF Winter, o Campeonato Nacional Super 1 KF3, o Campeonato do Mundo CIK-FIA e o Campeonato da Europa CIK-FIA. Em 2011, Albon correu na KF1, ficando em 2º lugar na WSK Euro Series e 2º na CIK-FIA World Championship. Com 12 anos, Albon foi contratado pelo time de juniores da Red Bull e disputou a Copa da Europa da Fórmula Renault 2.0, pela equipe Epic. Ele permaneceu na equipe austríaca até 2012, quando foi dispensado, após ter sido 38º na Copa da Europa da Renault 2.0. Em entrevista ao site da Red Bull, o piloto relembrou que 2012 foi um ano complicadíssimo. Além de ter sido tirado do programa de jovens, o tailandês enfrentou a falta de recursos para seguir correndo. Em 2013, Alex disputou as Copa da Europa e NEC, pela KTR, e no ano seguinte, pela mesma equipe obteve seu melhor resultado na carreira, o 3º lugar na Copa da Europa da Renault 2.0. Em 2015, disputou F3 Masters, terminando na 5ª colocação; a F3 europeia, onde foi 7º, e, como convidado, o GP de Macau, que terminou no 13º lugar. Após um período de testes em dezembro de 2015, Albon foi contratado, em fevereiro, pela ART Grand Prix para disputar a GP3. Com 4 vitórias e 177 pontos foi o vice-campeão, atrás de Charles Leclerc. Em 2017, Albon passou para a Fórmula 2, estreando com um modesto 10º lugar, mas no venceu as corridas de Baku, Silverstone e Sochi Após estrear em 10º lugar na classificação geral da Fórmula 2 de 2017, Alex foi além no ano seguinte e com o primeiro lugar na última corrida, em Abu Dhabi, foi o 3º colocado no campeonato, atrás de George Russel e Lando Norris. Em 26 de novembro, após ser liberado de um contrato com a Formula E Nissan, Alexander Albon foi anunciado como novo piloto da Toro Rosso, ao lado de Daniil Kvyat.

Albon começou o campeonato correndo pela Toro Rosso, mas no meio da temporada foi transferido pela a Red Bull, no lugar de Pierre Gasly. Pelas duas equipes, só não terminou o GP do Canadá, esteve na zona de pontuação em 14 corridas, marcou 92 pontos e foi o 8º colocado na classificação dos pilotos.
Na primeira intervenção na F1, no GP da Austrália, Albon largou em 13] e chegou em 14º. No Bahrein, marcou seus primeiros dois pontos, chegando na 9ª colocação, depois de ter largado da 12ª posição. No GP da China, a corrida 1.000 da F1, o tailandês não pode participar da qualificação, devido a um acidente no 3º treino livre. Ele largou da pit lane e fez uma excelente corrida de recuperação, chegando no 10º lugar, sendo eleito o “piloto do dia”. No Azerbaijão, foi 11º no grid e chegou em 12º. Na Espanha, foi 11º e 11º. Em Mônaco, Albon alcançou pela primeira vez a Q3, colocando-se na 10ª posição do grid e na corrida faturou mais 4 pontos, com o 8º lugar. No Canadá, foi 14º na qualificação, ganhou uma posição, graças a punição de Carlos Sainz, mas deixou a pista na 59ª das 70 voltas, por causa de danos decorrentes de acidente. Na França, largou de 1º e na corrida caiu para 15º. Na Áustria, embora tenha sido o 13º na qualificação, Albon largou da pit lane, depois de excede na troca de elementos do motor e cruzou a linha em 15º. Na Inglaterra, Albon voltou à Q3, ocupando a 9ª posição, mas na corrida acabou no 12º lugar. Na Alemanha, foi 17º na qualificação, mas, apesar da inexperiência em pista molhada, fez outra excelente corrida de recuperação e ganhou mais 8 pontos, com a 6ª colocação. Na Hungria, Albon largou da 12ª posição, foi jogado para fora da pista pelo companheiro Daniil Kvyat, numa disputa roda a roda na volta19, mas completou a prova na 10ª colocação.
Após o GP da Hungria, nas férias de verão da F1, a Red Bull anunciou a troca de Albon por Pierre Gasly, com o tailandês passando a correr pela equipe principal da empresa de bebidas e o francês voltando à Toro Rosso, ao lado de Daniil Kvyat. A troca ocorreu devido ao bom desempenho de Albon na primeira metade da temporada, principalmente na Alemanha, onde obteve o 6º lugar, apesar da chuva, e a fraca temporada de Gasly, que não conseguia acompanhar o ritmo do companheiro Max Verstappen. Em comunica do à imprensa, a Red Bull explicou que usaria as 9 corridas restantes para avaliar o desempenho de Alex, para decidir quem correria ao lado de Verstappen, em 2020.
Na primeira corrida pela Red Bull, no GP da Bélgica, Albon foi o 14º na qualificação, mas teve de largar da 17ª posição, por causa de mudanças na unidade de potência. Todavia, em outra grande performance, terminou em 5º, depois de ultrapassar Sergio Perez com duas rodas na grama e superar, com os macios, as dificuldades que enfrentou com os pneus médios. Na Itália, Albon passou à Q3, porém não teve tempo de fazer uma volta lançada, devido a bandeira vermelha, teve de largar da 8ª posição, mas conseguiu evoluir para o 6º lugar, na frente de Max Verstappen, o 7º colocado. Em Cingapura, o paquistanês saiu em 6º e chegou de novo em 6º, reclamando da “procissão” imposta pelas características do circuito de rua. Na Rússia, na Q1, Albon perdeu o controle da traseira do carro na curva 13 e foi de encontro à barreira, sendo obrigado a trocar o piso do carro e a largar da pit lane. Em outra corrida de recuperação, terminou no 5º lugar, 25 segundos atrás de Verstappen. No Japão, Albon e Verstappen fizeram o mesmo tempo na qualificação (1m27s851), mas o holandês, que obteve a marca primeiro, foi o 5º e o paquistanês, o 6º. Na corrida, Albon se chocou com Lando Norris na curva 19, na 4ª volta, mas o incidente não tece consequência e ele acabou por conquistar o seu melhor resultado na F1, o 4º lugar. No México e nos Estados Unidos, o piloto da Red Bull terminou em 5º, após chegar à Q3 e obter as 5ª e 6ª posições, respectivamente. No Brasil, Albon esteve perto de conquistar um pódio e só não conseguiu por causa, justamente, do hexacampeão e líder da corrida, Lewis Hamilton. Na volta 70, na relargada após a saída do carro de segurança, Verstappen era primeiro e Albon, segundo, quando este foi tocado por Hamilton, saiu da pista e voltou no 14 º lugar. Foi a primeira vez, em 9 corridas, que ele terminou fora da zona de pontuação. Hamilton assumiu a culpa pelo incidente e pediu desculpa a Albon, tendo sido punido em cinco segundos pelo incidente. Em Abu Dhabi, com largada de Valtteri Bottas da última posição, por causa de troca de motor, Albon subiu de 6º para 5º no grid e terminou em 6º, totalizando 92 pontos e terminando em 8º, atrás de Carlos Sainz e de Pierre Gasly, a quem substituiu.
No dia 12 de novembro, vésperas do GP do Brasil, a Red Bull anunciou que Alexander Albon competirá em tempo integral pela Red Bull Racing na temporada 2020.