14/08/16

L’Équipe aponta o melhor em cada equipe

Melhores

A partir das ideia de que o primeiro adversário de um piloto é o seu companheiro de equipe, o jornal esportivo francês L’Équipe fez um balanço das 12 primeiras corridas do ano, para mostrar quem é o melhor em cada uma delas. Eis a relação e as justificativas do jornal:

Mercedes: Hamilton (217 pontos), Rosberg (198 pontos) – Dominado por muitas semanas, após as primeiras quatro vitórias de Nico Rosberg, Lewis Hamilton. Ambos estão, contudo, muito próximos na temporada, como mostra a classificação, quase igual (6-5), embora o saldo ainda favoreça o tricampeão mundial.

Red Bull: Ricciardo (133 pontos), Verstappen (115 pontos) – Com a troca de pilotos depois da Rússia e Daniil Kvyat substituído por Max Verstappen, é difícil fazer uma comparação completa com Daniel Ricciardo, ressalva o jornal. No entanto, a adaptação do holandes é bastante impressionante, como evidenciou ao ganhar seu primeiro Grande Prêmio em Barcelona. Verstappen é dominado pelo australiano nas classificações (7-1), mas inverte a tendência nas corridas (4-3) e marcou mais pontos do que seu companheiro desde a sua chegada (102-97).

Ferrari: Raikkonen (122 pontos), Vettel (120 pontos) – Não é sem razão que a Scuderia estendeu o contrato de Kimi Raikkonen para 2017. O finlandês, realmente, marcou mais pontos do que seu companheiro Sebastian Vettel (122-120), em 12 Grandes Prêmios. E enquanto domina o alemão tanto na qualificação (8-4) quanto nas corridas (5-2). Mas o tetracampeão do mundo sofreu três abandonos pelos quais não foi responsável e três penalidades de grid, por mudança da caixa de velocidades.

Williams: Bottas (58 pontos), Massa (38 pontos) – A temporada de Williams é medíocre no momento e Valtteri Bottas dominou Felipe Massa. e põe em risco o futuro do brasileiro. Na qualificação, Bottas ganha de 10-2. Massa empata nas corridas (5-5), mas ainda fica para trás na pontuação (58-38).

Force India: Perez (48 pontos), Hulkenberg (33 pontos) – Dominador em 2014, na sua primeira temporada juntos na Force India, Nico Hulkenberg já foi ultrapassado por Sergio Perez. Isso foi confirmado nesta temporada, graças a dois pódios de mexicano (Mônaco e Baku), que está a frente também em pontos (48-33). Nas classificações, Perez ainda está atrás do alemão (7-5) e na corrida estão empatados (5-5).

Toro Rosso: Sainz (30 pontos), Kvyat (23 pontos) – Como a Red Bull, a Toro Rosso mudou sua dupla depois da Rússia, com a chegada de Kvyat. Foi um benefício para Carlos Sainz, que foi dominado por Max Verstappen, mas teve seu trabalho facilitado pelo russo, certamente moralmente abatido. O espanhol lidera por 5-2 na qualificação e 5-0 nas corridas.  e marcou 26 pontos, depois de Barcelona, enquanto Kvyat não marcou mais do que dois.

McLaren: Alonso (24 pontos), Button (17 pontos) – Melhor em comparação com 2015, a McLaren ainda está lutando para chegar aos top 10. E da sua trinta dupla de pilotos trintões, Fernando Alonso é que está melhor (24 pontos contra 17). O espanhol é amplamente dominante na fase de classificação (8-3), menos nas corrida (3-3) e sua presença em 2017 parece assegurada, ao contrário do Inglês.

Haas F1: Grosjean (28 pontos), Gutierrez (0 pontos) – Se Romain Grosjean obteve 100% dos pontos da Haas, nesta temporada, Esteban Gutierrez é particularmente campeão de 11º lugares (quatro, em 12 corridas), é melhor do que o francês nas corridas (5-3), mas na qualificação é amplamente derrotado (8-4).

Renault: Magnussen (6 pontos), Palmer (0 pontos) – Mais experiente, Kevin Magnussen obtém melhores resultados do que o estreante Jolyon Palmer. O dinamarquês marcou os seis pontos da Renault e é muito mais rápido na qualificação que o companheiro (8-3). Nas corridas, há equilíbrio entre os dois pilotos (4-4).

Manor: Wehrlein (1 ponto), Haryanto (0 pontos) – Rio Haryanto nunca bateu Pascal Wehrlein em corrida (8-0 para o alemão) e o indonésio também foi dominado na fase de qualificação (4-7). No entanto, foi pela falta de apoio financeiro não pelos resultados que provocou a sua substituição por Esteban Ocon.

Sauber: Ericsson (0 pontos), Nasr (0 pontos) –Única equipe com zero pontos, a Sauber enfrenta uma temporada catastrófica e “quase colocou a chave debaixo da porta”. Nesse contexto difícil, Marcus Ericsson faz melhor do que Felipe Nasr. O sueco leva vantagem nas classificações (6-4) e nas corridas (5-3)