22/05/19

F1 e equipes vão fazer homenagens a Lauda

A Fórmula 1 e as equipes das quais ele participou vão fazer homenagens a Niki Lauda durante o fim de semana do Grande Prêmio de Mônaco.
A intenção é destacar o quanto Lauda era importante para o desporto e demonstrar todo o seu carinho aos seus entes queridos, após a morte de austríaco.
Como tributo ao seu presidente não executivo, a Mercedes vai colocar em seu carro adesivos lembrando Lauda. A Ferrari e McLaren, equipes com as quais ele foi campeão, também vão lembrar dele em seus carros.
“Obrigado. As memórias de Niki que todos compartilharam significam muito para todos no time. Nós não só perdemos uma lenda, mas um amigo e companheiro. Neste fim de semana, vamos tentar honrar o nosso presidente da melhor maneira possível. Nós vamos dar tudo na pista”, publicou a Mercedes.
“O mundo automotivo perdeu o seu maior lutador. A família Mercedes perdeu um mentor, incrível e eu, um verdadeiro amigo, obrigado, Niki!”, disse o presidente da Daimler AG e CEO da Mercedes-Benz, Dieter Zetsche, em um comunicado.
Assim como foi feito na morte de Charlie Whiting, dirigentes e pilotos vão manter um minuto de silêncio em homenagem a Niki antes da sexta corrida da temporada.
Lewis Hamilton foi liberado pela FIA e pela Mercedes da conferência de imprensa desta quarta-feira para o Grande Prêmio de Mônaco.
O campeão mundial, de 34 anos, abalado pela morte do responsável pela sua transferência para a Mercedes, deveria comparecer ao palco em Monte Carlo, ao lado de Charles Leclerc, da Ferrari, e Max Verstappen, da Red Bull, mas foi dispensado pela FIA.
Um porta-voz da Mercedes disse: “Pedimos para Lewis ser dispensado nas circunstâncias após as notícias de ontem. Pedimos a sua compreensão nas circunstâncias em que Lewis perdeu um amigo muito próximo menos de dois dias atrás. A FIA gentilmente concordou com a dispensa”.
Hamilton foi substituído por Valtteri Bottas, companheiro de equipe da Mercedes.
No ano passado, os representantes da Ferrari também foram dispensados das entrevistas coletivas na Hungria, após o falecimento do CEO Sergio Marchionne.