08/05/19

Wolff pode ser o sucessor de Carey na chefia da Fórmula 1

O chefe da Mercedes, Toto Wolff, é apontado como um potencial sucessor de Chase Carey como o CEO da Fórmula 1, quando seu contrato com a Mercedes expirar, no final de 2020.
De acordo com o RaceFans.net e suas fontes, Wolff está considerando seu futuro como chefe da Mercedes. Seu contrato atual termina no final da temporada de 2020, ao mesmo tempo em que o contrato de Carey como CEO e presidente da Liberty Media também deve expirar. Ao mesmo tempo, deve haver uma troca de guarda na Mercedes, com o atual presidente-executivo Dieter Zetsche pronto para deixar o cargo no final de maio, substituído por Ola Källenius, um forte defensor dos carros elétricos e entrada da Mercedes na Fórmula E em 2020.
A partida de Zetsche e a chegada iminente de Källenius, cuja relação com Wolff não é das mais saudáveis, são os possíveis fatores considerados pelo austríaco de 47 anos, para o seu futuro. A participação de 30% de Wolff na equipe, juntamente com a participação de 10% de Niki Lauda, estão sujeitas a uma opção de compra, que permitiria à Mercedes readquirir o total de 40%.
De acordo com a Liberty, Carey, de 65 anos, atualmente CEO e chairman da Liberty Media, deixará o cargo de CEO após 2020, mas manterá a posição de presidente – criando assim uma posição executiva para Wolff, que é considerado altamente avaliado pelo conselho da Liberty.
Com a entrada de Wolff, presume-se que Ross Brawn, o atual diretor-geral de esportes da Liberty seja afetado, pois ele deixou Mercedes alegando que não confiava em Toto ou Niki Lauda.

A Fórmula 1 está em um momento crucial para seu futuro, porque é hora de definir o tipo de competição que ela quer oferecer depois de 2021, quando o novo regulamento entrará em vigor e a Liberty Media quer ser um modelo de gerenciamento radicalmente diferente
Chase Carey expressou a intenção de ampliar o número de participantes, para o que deve ser aprovado um regulamento que permita a chegada de novas equipes. “É um dos nossos objetivos estratégicos, queremos tornar a concorrência mais atraente para possíveis novos entrantes, certamente um dos objetivos da regulamentação de 2021. Temos que consolidar essas regulamentações para incentivar as negociações”, disse o presidente da Liberty.