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Renault

 

Nome = Renault Sport F1 eam

Sede – – Enstone  – Oxfordshite – Inglaterra

CEO – Carlos Ghosn

Presidente –  Jerôme Stoll

Diretor Gerente – Cyril Abiteboul

Diretor Técnicp – Bob Dell

Diretor de chassi – Nick Chester

Diretor de motores – Rémi Taffin

 

Temporada de 2017

Pilotos

27.  Nico Hulkenberg
30. Jolyon Palmer

Pilotos de teste

Sergey Sirotkin

Chassis

R.S.17

Motor

Renault

Pneus

Pirelli

Combustível

BP

Histórico na Fórmula 1

Estréia

GP da Grã-Bretanha de 1977

 

Corridas concluídas

308

Campeã de construtores

2 (2005 e 2006)

Campeã de pilotos

2 (2005 e 2006)

Vitórias

35

Pole Position

51

Voltas rápidas

31

Pódios

100

Pontos

1326

Posição no último campeonato (2016)

9º (8 pontos)

Posição no campeonato de 2017

8ª – 2 pontos

A Renault fábrica francesa de motores voltou à Fómrula 1 pela terceira vez na temporada de  2016.  Começou com equipe própria em 1997; saiu em 1986; voltou de 2000 a 2011 e retornou em 2016,

A empresa francesa entrou parao mundo do automobilismo através de Louis e Marcel Renault, verdadeiros pioneiros das corridas de automóveis.  Em 1899, ganharam a sua primeira prova, em Paris, considerada o ponto de partida da história dos esportes a motor.  Mais de oitenta anos depois, a equipe que herdou o nome deles estreou na F-1, em l977, no GP da Inglaterra, também como pioneira, ao introduzir a novidade dos motores Turbo.
A primeira temporada dos Renault foi muito fraca em termos de resultados. Nenhum ponto nas cinco provas das quais participaram. A segunda temporada da Renault, agora correndo todos os 16 GPs, foi um pouco melhor. Três pontos no campeonato ainda com um só carro _e Jabouille como piloto. Naquele ano o campeão foi o carro asa da Lotus, com Mario Andretti ao volante.

A primeira vitória do motor Renault Turbo veio em 1979, no GP da França, disputado naquele ano na pista de Dijon. Jaboille venceu a prova, depois de largar na pole position e disputar a vitoria com Gilles Villeneuve, da Ferrari. Naquela temporada a Renault já tinha um carro melhor e o jovem piloto René Arnoux para fazer parceria com Jaboille, um piloto mais técnico. Foram seis poles e uma melhor volta. No final daquele ano os motores Turbo já despertavam a atenção de todos. Havia muita discussão a respeito da legalidade daqueles motores, que permitiam aumentar a potência durante a corrida para se fazer uma ultrapassagem. Além disso, eram muito mais potentes nas versões de treino. A Renault, ao fim da temporada, tinha 26 pontos e ficou em sexto lugar, à frente da McLaren, que iniciava uma fase crítica.

Em 1980, os Renault largaram na primeira fila oito vezes. Cinco delas na pole position. Agora, com carros melhores e motores mais resistentes, os pilotos da Renault brigavam mais vezes pela vitoria. Foram três em 80, incluindo a do GP Brasil, quando Jaboille largou na ponta e seu companheiro Arnoux venceu fazendo a melhor volta da prova. No final do ano, a equipe tinha 38 pontos e o quarto lugar entre os construtores.

Para a temporada de 1981, a Renault contratou o jovem Alain Prost para o lugar de Jaboille. Prost conquistou naquele ano 43 pontos no campeonato e se classificou em quinto lugar. O campeão Nelson Piquet terminou a temporada com 50 pontos, apenas sete a mais que Prost.
O francês, que fazia sua segunda temporada na F-1 conquistou as três vitórias da Renault naquele ano. Fez duas das seis poles e largou cinco vezes na primeira fila. Um resultado impressionante para um novato, o que motivava ainda mais o pessoal da Renault na busca de um conjunto cada vez melhor.

No ano de 1982, com pneus Michelin e o bom chassi, a Renault conquistou dez poles na temporada. Os problemas com sua resistência, porém, transformaram apenas quatro dessas poles em vitórias. No final da temporada Keke Rosberg seria o campeão mundial com apenas uma vitória, mas uma regularidade na zona de pontuação que lhe garantiu o título. A Renault ainda foi batida pela Ferrari, que fazia apenas seu segundo ano com motor turbo e obteve 74 pontos. Em segundo ficou a McLaren, com 69 pontos, e em terceiro a Renault, com 62 pontos.

Para a temporada de 1983, os investimentos foram ainda maiores. Um novo motor turbo foi preparado e o carro não poupou novidades, já que o novo regulamento da FIA proibia os carros com efeito solo. A resistência do novo modelo foi o ponto mais trabalhado. Os problemas de superaquecimento foram amenizados com a adoção de radiadores de água maiores _colocados mais ao lado do carro graças ao novo desenho. Prost atingia um ponto de excelência em sua pilotagem. Faturou as quatro vitórias da equipe e três das quatro poles. No final do campeonato, porém, Prost e a Renault ficaram em segundo lugar, atrás de Nelson Piquet, com sua Brabham equipada como motor turbo BMW. Pontuação de 59 para o brasileiro e 57 para o francês. E a Renault perdia para a Ferrari o campeonato de construtores: 89 a 79.

O golpe pareceu forte demais para os homens da Renault, que passaram a rever seu projeto de manter uma equipe própria. Em 1984, passou a fornecer seus motores para outra equipe.

Em 1985, a Renault foi a sétima colocada, com 16 pontos. Esse fraco resultado a fez desativar de vez a sua equipe de F-1 e dedicar-se apenas à produção de motores.

No dia 16 de março de 2000, a montadora comprou a Benetton por 120 milhões de dólares levando o ex-dono dela, Flávio Briatore como chefe de equipe. A troca de nome só ocorreu dois anos depois. Na primeira temporada já com o nome Renault, foi a 4ª melhor equipe, com 23 pontos. Em 2003, a escuderia retornou às vitórias com Fernando Alonso, na Hungria – feito que não acontecia desde o GP da Áustria de 1983. Apesar de ter repetido a posição no Mundial de Construtores, o desempenho do espanhol ajudou a escuderia a marcar mais pontos. Dos 88 conquistados pela equipe, 55 foram dele.

Em 2001, ainda correndo sob o nome Benetton, com os pilotos Jenson Botton e Giancarlo Fisichella, os resultados não foram satisfatórios; ficou em sétimo lugar (entre 11 equipes), com 10 pontos.  No ano seguinte, porém, já com o nome de Renault e um novo motor, a performance foi melhor: 4º lugar, com 23 pontos, bem abaixo do 3º, a McLaren, que fez 65.

No final do ano, a equipe dispensou Jenson Botton, levando o espanhol Fernando Alonso para formar a dupla com Jarno Trulli.  A dupla repetiu, em 2003, o quarto lugar, mas com muito mais pontos: 88, resultado de um primeiro lugar de Fernando Alonso, na Hungria, e da presença na zona de pontuação em 21 das 32 vezes possíveis.

Em 2004, a equipe só ficou atrás da Ferrari e da BAR. A temporada parece ter sido o prelúdio do que aconteceria nos dois anos seguintes. Pela primeira vez em sua história, a Renault conquistou não só um, mas dois campeonatos de construtores (2005 e 2006) e, em ambos, viu seu piloto principal, Fernando Alonso, acabar com a seqüência de títulos do heptacampeão Michael Schumacher.

Em 2005, em 19 GPs, a Renault teve 8 vitórias, 7 poles e somou 191 pontos, contra 182, da McLaren e 100, da Ferrari. Das 8 vitórias, 7 foram de Fernando Alonso, que ainda obteve cinco 2°s lugares e três 3°s lugares, indo ao pódio 15 vezes. O piloto espanhol venceu na Malásia, Bahrein, San Marino, Valência, França, Alemanha e China. Foi 2° na Espanha, Inglaterra, Turquia, Itália e Bélgica, e 3° na Austrália, Brasil e Japão. Totalizou 133 pontos, contra 112 de Mika Hakkinen. Giancarlo Fisichella, que substituiu Jarno Trulli, venceu na Austrália; foi 2° no Japão e 3° na Itália, ficando em 5° lugar entre os pilotos, com 58 pontos.

Em 2006, a Renault teve desempenho idêntico, com 8 vitórias e 7 poles, em 18 GPs, mas acumulou 206 pontos, 5 a mais do que a vice-campeã, Ferrari. De novo, Alonso ganhou 7 corridas (Bahrein, Austrália, Espanha, Mônaco, Inglaterra, Canadá e Japão) e foi 2° sete vezes (Malásia, San Marino, Valência, França, Turquia, China e Brasil). Fez 134 pontos, contra 121 de Michael Schumacher. Giancarlo Fisichella venceu na Malásia e foi 3° na Espanha, Estados Unidos, China e Japão, ficando em 4° lugar entre os pilotos, com 72 pontos, Fernando Alonso teve um início de campeonato fulminante, com seis vitórias três 2°s lugares, nas 9 primeiras corridas, totalizando 84 pontos em 90 possíveis. A equipe atribuiu essa performance ao bom trabalho do pessoal da fábrica em Viry-Chattillon, na França, responsável pelo motor RS26, o primeiro modelo V8 da Renault na F1, e ao chassi R26, produzido em Enstone, na Inglaterra, sob presidência de Alain Dassas e gerenciamento de Flávio Briatore. Na segunda etapa do campeonato, no entanto, a equipe e Alonso tiveram que enfrentar alguns problemas. O primeiro deles ocorreu em Monza, onde Alonso foi punido com a perda de 5 posições no grid, por ter bloqueado a passagem de Felipe Massa na classificação e depois teve de abandonar a corrida.  Em outubro a equipe foi proibida de usar um sistema de amortecedores que reduzia o efeito da vibração sobre o carro e, durante todo o segundo semestre. Alonso teve de enfrentar a desesperada reação de Michael Schumacher, que venceu cinco das nove provas desse período. Graças, porém, os pontos acumulados, com os três segundos lugares (Turquia, China e Brasil) e uma vitória (Japão), nas últimas 4 corridas, o espanhol garantiu o seu título e o da equipe.

Antes do último GP da temporada, no Brasil, a Renault anunciou a substituição da Mild Seven pelo banco ING como principal patrocinador e, por três anos, a partir de 2007, a equipe passaria a se chamar ING Renault F1 Team.

Com novo patrocinador, o carro da Renault ganhou novas cores, azul e laranja. Porém, tendo perdido o bicampeão Fernando Alonso para a McLaren, em 2007, a escuderia amargou um ano sem vitórias e sem qualquer momento de brilho ao longo das 17 etapas. Com Giancarlo Fisichella e o estreante Heikki Kovalainen, conseguiu marcar apenas 51 pontos e só foi terceira colocada entre os construtores porque a McLaren teve seus pontos cassados. Nas 17 corridas, o melhor resultado da equipe foi um 2° lugar de Kovalainen, no Japão.

Para 2008, a Renault levou de volta o espanhol Fernando Alonso, que não se tinha dado bem na McLaren, e promoveu o novato brasileiro Nelson Ângelo Piquet, filho do tricampeão Nelson Piquet. Na primeira metade da temporada, o R28 apresentou problemas aerodinâmicos e no motor e o melhor resultado de Alonso, nas primeiras 9 corridas foi um 4° lugar, na estreia, na Austrália. E Nelsinho Piquet só conseguiu completar três dessas provas. Com o desenvolvimento do carro, porém, o desempenho foi melhor na fase final da temporada. Nas últimas sete provas, Alonso obteve duas vitórias (Cingapura e Japão); um segundo (Brasil) e três 4°s lugares (Hungria, Bélgica, Itália e China).  No 10° GP, na Alemanha, Nelsinho Piquet chegou a apontar para uma recuperação, obtendo o segundo lugar, mas ficou nisso.  Só completou mais cinco das oito corridas, tendo como melhor resultado um 4° lugar no Japão. No final do campeonato, Fernando Alonso foi o 5° colocado, com 61 pontos, e Piquet, o 12°, com 19. Com um total de 80 pontos, a Renault foi a 4ª colocada entre os construtores.

A vitória de Fernando Alonso em Cingapura, a primeira desde Suzuka, em 2006, se deu graças a um acidente sofrido por Nelsinho Piquet, cujo carro foi de encontro ao muro na pit lane, na 14ª volta. Fernando Alonso, que tinha largado em 15° e estava em 12°, aproveitou-se da confusão que se seguiu e como tinha acabado de trocar pneus, pulou para o 5° lugar. Depois, beneficiado pelas paradas dos que estavam à frente, assumiu a liderança na volta 34 e não perdeu mais. As verdadeiras circunstâncias dessa vitória, reveladas quase um ano depois, abalaram a Fórmula 1 e provocaram severas punições a envolvidos, como veremos mais adiante.

A Renault manteve a dupla de pilotos para o campeonato de 2009, com esperança de voltar aos bons tempos de 2005 e 2006, mas as suas expectativas não se confirmaram. Fernando Alonso chegou a fazer a volta mais rápida na Alemanha e a pole na Hungria e esteve a ponto de conseguir um pódio na Bélgica, mas o seu melhor resultado foi mesmo um 3° lugar em Cingapura. E foi justamente depois dessa conquista que ele anunciou a sua transferência para a Ferrari, sendo substituído por Robert Kubica, que disputou o campeonato de 2009 pela BMW Sauber.  Nelsinho Piquet não conseguiu nenhum ponto nas dez primeiras corridas e depois do GP da Hungria foi demitido, sendo substituído pelo francês Romain Grosjean, que também não marcou ponto nas últimas sete provas. A Renault terminou em 8°, e antepenúltimo, lugar entre os construtores, com apenas 26 pontos.

No dia 29 de agosto de 2009, durante o treino de classificação para o GP da Bélgica, Reginaldo Leme, comentarista da TV Globo, num furo mundial, revelou toda a trama que culminou com a vitória de Fernando Alonso no GP de Cingapura do ano anterior. Informou que a FIA estava examinando denúncia feita por Nelson Ângelo Piquet, segundo a qual, toda a operação tinha sido cuidadosamente armada pela direção da Renault. O piloto brasileiro contou que tudo tinha sido planejado por Flávio Briatore e Pat Symonds e ele teve de obedecer. Os dirigentes determinaram o momento da parada de Alonso para troca de pneus e reabastecimento; a volta e o local onde Nelsinho deveria provocar o acidente, que redundou na vitória do espanhol. No dia 4 de setembro, comprovada a denúncia, a FIA baniu Briatore da Fórmula 1; suspendeu Symonds por 5 anos e colocou a Renault em suspensão condicional por dois anos, que seria aplicada caso voltasse a cometer outra infração até 2011. A equipe francesa acusou o piloto brasileiro e seu pai de estarem fazendo chantagem, mas dois anos depois admitiu o erro, pediu desculpas e pagou aos Piquet indenização cuja quantia não foi revelada.

Em consequência desses fatos, a Renault perdeu o patrocínio do banco ING e no final do ano vendeu 75% e suas ações ao grupo Genii No final de 2010, repassou os 25% restantes ao mesmo grupo, que, em 2011, se associou ao Grupo Lotus, passando a equipe a chamar-se Lotus Renault GP. Em janeiro de 2010, o engenheiro francês Eric Bouiller assumiu a chefia da equipe, em substituição a Bob Bell, que voltou ao cargo de diretor técnico.

Na pista, em 2010, a Renault mostrou uma nova dupla, formada pelo polonês Robert Kubica e o russo Vitaly Petrov, o primeiro do seu país a correr na F1, e um carro, o R30, com novas cores, voltando ao amarelo e preto dos seus primeiros anos. Mas os resultados continuaram medíocres.  Depois de início animador, com o 2° lugar na segunda prova da temporada, o GP da Austrália, Robert Kubica esteve na zona de pontuação nas outras 14 das 19 corridas, mas os melhores resultados foram dois 3° lugares (Mônaco e Bélgica); um 4°, na Malásia, e quatro 5°s lugares (China, Valência, Coreia e Abu Dhabi). Totalizou 136 pontos e terminou em 8° lugar entre os pilotos. Petrov chegou na zona de pontuação em 5 corridas, mas a melhor colocação foi o 5° lugar na Hungria. Ele não completou seis provas; totalizou 27 pontos e terminou o campeonato na 13º posição. Com 163 pontos, a Renault foi a 5ª colocada entre os construtores.

Para 2011, a Renault preparou o R31, carro completamente diferente do modelo anterior da equipe, com 92% de componentes novos. A principal novidade era a colocação do escapamento com as saídas na frente dos radiadores, direcionadas para o assoalho do carro. O objetivo era aumentar a velocidade do ar que passa por baixo do carro, dando-lhe mais downforce. Sobre a cabeça do piloto, havia duas pequenas entradas de ar adicionais. O bico era mais alto, estreito e curvo, com as cavidades superiores bem pronunciadas. O assoalho estava mais ligado à traseira. A asa dianteira, dividida em três segmentos, era mais larga e mais baixa, com flaps para aumentar a pressão aerodinâmica. A asa traseira era mais redonda, volumosa, larga e comprida, com as pontas ligadas ao difusor. A suspensão era maior e mais resistente em relação ao modelo anterior. A pintura, preta e dourada, lembrava os antigos carros da Lotus, das décadas de 1970 e 1980, com toques vermelhos nos aerofólios, certamente exigência do patrocinador. O motor S27-2010 era igual aos fornecidos pela Renault à Red Bull e Lotus Team.

A Lotus Renault pretendia manter a equipe de 2010, mas um acidente provocou a mudança de planos. Robert Kubica sofreu um grave acidente durante prova de rali, no dia 6 de fevereiro, e teve de ser substituído por Nick Heidfeld, que passou a formar a dupla com Vitaly Petrov, em 2011.

A equipe começou bem o campeonato, com Petrov obtendo seu primeiro pódio, com o 3º lugar no GP da Austrália, enquanto, mesmo com o carro avariado por acidente, Heidfeld conseguiu chegar em 12º. Na Malásia, foi Heidfeld quem subiu ao pódio, também com o 3º lugar; Petrov parou a 4 voltas do final, por ter batido o carro, mas se classificou em 17º e último lugar, por ter cumprido 90% do percurso.

Depois disso, Petrov esteve na zona de pontuação em 7 das 12 corridas restantes, com um 5º lugar; um 8º; três 9ºs e dois 10ºs lugares e totalizou 37 pontos. Heidfeld fez um 7º lugar; três 8ºs e um 10º, fazendo 34 pontos, nas nove corridas seguintes em que competiu. Não terminou o GP do Canadá e abandonou também as corridas da Alemanha e da Hungria, após as quais foi substituído por Bruno Senna. O brasileiro surpreendeu na sua primeira participação, conquistando um inesperado 7º lugar no grid de largada para o GP da Bélgica, mas na prova foi apenas o 13º. Na corrida seguinte, na Itália, Senna voltou a chegar à Q3, obtendo o 10º lugar no grid, e terminou em 9º, obtendo seus dois primeiros pontos na F1. E foi só. Depois disso a melhor colocação do brasileiro foi o 12º lugar na India. Nas outras corridas esteve sempre entre o 13º e o 17º lugares. Prejudicada pelas restrições aos difusores duplos impostas a partir do GP da Inglaterra, que afetaram o comportamento do seu carro e a Renault terminou o campeonato com 73 pontos, na 5ª colocação entre as construtoras.

No dia 21 dezembro 2015 foi confirmado oficialmente no site da Lotus F1 Team que o Grupo Renault tinha adquirido novamente a equipe da Enstone e planejava entrar na temporada de 2016 como a equipe oficial da fábrica da Renault.

No dia 3 de fevereiro de 2016, a Renault apresentou para a temporada 2016, além dos novos pilotos, o britânico Jolyon Palmer e o dinamarquês Kevin Magnussen. O modelo que marcava o retorno da montadora francesa à categoria depois de cinco anos era predominantemente preto, com detalhes em amarelo.

O brasileiro nascido em Guarajá Mirim, Carlos Ghosn, presidente do Grupo Renault, anunciou o francês Frederic Vasseur como diretor de competições. A grande novidade foi a confirmação de que o dinamarquês Kevin Magnussen, de 23 anos, ex-piloto da McLaren, que substituiu  Fernando Alonso, no Grande Prêmio da Austrália de 2015,correria pela nova equipe. Com a escolha dele, filho de Jan Magnussen, a Renault  passou a ter dois filhos de ex-pilotos de Fórmula 1, pois Jolyon Palmer, é filho de Jonathan Palmer, ex-Williams e Tyrrell. O piloto de testes era o francês Esteban Ocon, de 19 anos, que disputou o campeonato da GP3 na temporada de 2015, que no meio da temporada passou a correr pela Manor.

Com apenas 8 pontos, a Renault terminou no 9º lugar entre as construtoras. Kevin Magnussen obte e 7 pontos, com um 7º lugar na Rússia e um 10º em Cingapura, e Jolyon Palmer fez 1 ponto, com o 10º lugar na Malásia.

A classificação ficou bem abaixo do esperado, principalmente por falta de maior competitividade. Segundo o diretor administrativo, Cyril Abiteboul, a equipe passou por momentos de tensão, não por falta de investimentos ou de desempenho do RS16, mas de liderança interna.

Abiteboul disse que a Renault não tem mais desculpas para não ficar no plano intermediário da F1 e, em 2017, precisa seguir o ritmo da antiga Lotus, pontuando em todas as corridas. A equipe.com Nico Hulkenber no lugar de Kevin Magnussen, pretende conquistar pelo menos o 5º lugar  no campeonato de 2017.